Festival de Besteiras Que Nunca Termina
fonte: me. my mind e o PC
FEstival de BEsteiras que Assola o PAis Febeapá.
Sérgio to foi dos bons. Cronista, Radialista, Jornalista, Televisista (ele que inventou isso) e crítico ferrenho da ditadura militar no brasil. Ainda no início dela. Nasceu na década de 20, morreu cedo, aos 40 e poucos, como um refinado e bem humorado intelectual não deveria. Precisávamos dele por mais tempo. Seguindo meu firme propósito de pesquisar as beapás que registro aqui nos livros e memória, e só depois googlar – o que me faz com certa frequência cometer errinhos tolos que não maculam o , mas irritam dedos ágeis – , Sergio to, como muitos e tantos da nossa história recente, não recebe o reconhecimento mais do que merecido.
Pelos nossos Jornalistas e até cronistas sociais da época, nosso patamar social no século XXI deveria ser outro.
Mãns…. como a vida tem dessas coisas, sofremos um infeliz retrocesso histórico, deixando que Sérgio to e outros tantos geniais das artes, restrito à intelectualidade e alguns estudantes mais curiosos. Acho que são poucos. Ou não se manifestam.
Stanislaw Ponte Preta
Nos anos 50-60, o terror panóptico da guerra fria entre os Russos e Americanos, fazia tremer tudo o que lembrava soviéticos e associados. De família classe média tradicional e distante das artes – Sérgio to, assim que sentiu o comichão pela tinta e pena, com receio de decepcionar o pai, e meio que para sí mesmo, criou o pseudônimo Stanislaw (olha o russo aí, gente!) de caso pensado e propósito. Uma provocação aos militares que já giravam nas cadeiras do poder.
Humor inteligente, sacadas fantásticas.
É disso o que falo, sempre. É isso que me faz orgulhosa de meus caros amigos e seus pasquins, do bêbado, da equilibrista e de uma época rica criatividade e conhecimento que está aí, para qualquer um se esbaldar. E saber.
Procurem ler Stanislaw Ponte Preta, Procurem sobre As Certinhas do Lalau. Busquem por Sérgio to e questionem com humor desmatado o que anda acontecendo neste Brasil desconhecido.
fonte: http://www.marcelomoutinho.com.br/blog/2008/09/
Para quem não tem paciência, é aprender rindo – e muito.
E essa arte com as letras do Facebook que está lá cima? É muita besteira nessas redes sociais… diferentes, agressivas, passivas, infantes que dá um livro e tanto.
FEBEAPÁ – Vol. 01
Fonte: Carmen Farão