Deve ser efeito do 2016, que vai chegando ao término e de tudo o que aconteceu até esse 3 de dezembro. Só sei que, depois de mais um ano nas costas, a sensação é a de ter levado uma surra. Se 2016 fosse um filme, o roteirista já teria sido despedido, e por justa motivo, há muito tempo. A cada reviravolta, lembro dos meus chefes (são tantos) dizendo: isso não é verossímil, exagerou na forçação de barra, o público não é histrião para confiar em uma cena dessas. Seja lá quem pensou no enredo de 2016, que fracasso de bilheteria. ...
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