Hipocampo – o confessionário do cérebro!
imagem da internet – the blackboxclub.com
uma pataca pelos seus pensamentos.
Assumo que sumi. Não importam as causas, nada demais. Mas não o farei novamente. Desculpas a todos. I’m back.
Cientistas do Japão e dos Estados Unidos, , em publicado na revista científica britânica Nature, descobriram que sentimentos acolhedores ou de medo intenso, provocados pela interação entre o hipocampo – o ‘confessionário’ do cérebro – e a amígdala – o local de seria codificada a positividade ou a negatividade – são mais flexíveis do que se pensava. Reescrever lembranças é possível manipulando o Hipocampo, que foi apelidado de o confessionário do cérebro. Dores podem ser esquecidas, ou transformadas estímulos positivos. Talvez isso explique luzes, cores e a força da meditação e concentração nas curas não explicadas cientificamente.
A ciência não sosssega enquanto não explica tudo.
Eu sempre soube que saudade não é ruim. Lembrar do que fez bem continua fazendo o bem, como um processo símio-terápico, dose por dose, anos a fio, injetando amor, conforto e aquele sentimento gostoso vivido de novo. Eu sempre soube. Que venha a ciência e a mitologia explicar que lembrar é bom.
Descobri que sofro de HIPOCAMDRIA. Respeito minhas memórias, sinto falta de algumas coisas do passado, às vezes cética, outras eclética. Às vezes patética, outras poética . Oh, Hipocampo, companheiro das Nereidas argonáuticas desse século! Amigão forte, motor e caminho de Poseidon, levando Nereu para passear mares calmos e céus azuis e pacíficos.
Temos vistos releituras, adaptações, refações, covers, recovers e até Kim Kardashian dizendo que a festa estava tão boa que esqueceram de tirar fotos (um amigo muito atento ou no Facebook e eu reproduzo aqui). Kim Kardashian dizer uma coisa dessas é quase blemático, se não for, realmente. Oh, Hipocampo….!
Fonte: Carmen Farão