— Arnaldo, a solidão teve algum papel na sua aproximação com a poesia? No palco, Arnaldo Antunes olha para o lado, busca referências na memória. Segundos depois, arrisca. — Eu acho que sim — diz e interrompe a resposta rindo, surpreso. — É uma pergunta boa, né? A curiosidade veio de um membro da plateia que assistia à entrevista de Antunes a Adriana Calcanhotto na casa de espetáculos Miranda, no Rio de Janeiro. Ela faz parte da série Poesia em Movimento, exibição sob demanda no GVT, Net Now e pelo www.philos.tv. Em cinco episódios, Adriana conversa, além de Antunes, com Antonio ...
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